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sábado, 10 de novembro de 2012

RUMO AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL



Mudanças nunca foram tão importantes como no momento atual. Chegamos aos limites naturais do planeta e precisamos cuidar, urgentemente, dos impactos gerados por nossas atividades. E se há algo que aprendemos na CPFL, como empresa centenária, é que as mudanças são inerentes ao nosso dia a dia. E é a nossa capacidade de nos antecipar e nos adaptar à elas que garante a nossa perenidade.

Nesse sentido, crescer já não é suficiente. Precisamos desenvolver, crescendo de maneira responsável, para incluir bilhões de pessoas que ainda não têm acesso a itens essenciais como água, alimentos e energia,garantindo os seus direitos fundamentais e as suas liberdades individuais.

Para lidar com esses enormes desafios e, ao mesmo tempo, aproveitar as oportunidades trazidas pela Nova Economia, precisamos compreender a complexidade das questões que vivenciamos. Complexidade pode trazer incerteza à tomada de decisão, requerendo que empresas, governo e sociedade dialoguem na busca de soluções equilibradas. Nesse sentido, somos todos corresponsáveis, atuando coordenadamente para o benefício da sociedade como um todo.

No ambiente em que operamos, o setor elétrico brasileiro, em um primeiro olhar, parece que estamos em uma zona de conforto. O país possui 73% da geração elétrica na hidroeletricidade, contribuindo para que 83% de sua matriz elétrica seja renovável. Entretanto, suprir uma demanda crescente por eletricidade — que deverá aumentar 43% até 2020 — impulsionada pelo dinamismo da economia e por uma população que ascendeu do nível de pobreza e está ávida por bens essenciais de consumo, nos coloca grandes desafios.

Para atender a essa realidade, a estratégia do governo brasileiro prevê continuidade da predominância da hidroeletricidade, uma fonte limpa, renovável e segura para a qual temos know-how tecnológico e uma cadeia produtiva bem estruturada. Ao desafio de garantir segurança energética, soma-se o fato de que 63% do potencial hidrelétrico brasileiro está na Amazônia, um bioma megadiverso, de valor inestimável para a humanidade.

Nesse sentido, devemos garantir que os novos empreendimentos sejam viáveis do ponto de vista econômico, social e ambiental, sendo verdadeiras alavancas de desenvolvimento e dinamização das economias locais. Para tanto, necessitamos aprimorar o sistema de planejamento energético, concessão e licenciamento, incorporando avaliações sistêmicas de custo-benefício, superando, na origem, as potenciais externalidades negativas.

Entendemos que, como empresa de energia, temos um papel central na busca pelo desenvolvimento sustentável. Compartilhamos a visão de que para responder a desafios complexos, múltiplas medidas são necessárias. Não há solução mágica. Nesse sentido, o mundo necessita aumentar a eficiência energética de seus processos produtivos e investir em um mix energético no qual as fontes limpas e renováveis como hidráulica, eólica, biomassa e solar serão predominantes. Nós já fazemos isso e sabemos que é viável.

Não temos todas as respostas, mas acreditamos que, dialogando e elevando o nível de conhecimento e consciência, podemos construir o mundo que desejamos e precisamos.

PROGREDIR JUNTO COM A SUSTENTABILIDADE


Neste mundo globalizado, onde a maior parte do mundo é dominada pelo chamado capitalismo, o ser humano só pensa em consumir e expandir seu local de viver. Isso gera certos impactos ao meio ambiente, mas cabe ao ser humano pensar em utilizar os recursos naturais de forma coordenada e sustentável, para minimizar os impactos ambientais.

Desenvolvimento sustentável de certa forma não é tão difícil quanto parece. Pode-se  ter, portanto, um conjunto de possibilidades de inter-relações entre sociedade, técnica e modo de apropriação dos recursos naturais. Estas podem resultar em danos mais ou menos intensos. Dalmora (2008).

Hoje vemos grandes problemas gerados pela falta do desenvolvimento sustentável nas cidades. Um grande exemplo é o avanço desordenado de moradias em locais inapropriados para a vivência de pessoas. A falta de políticas mais rigorosas levam a isso, e também a falta de planejamento. 

Um dos passos para o desenvolvimento com a sustentabilidade, é a conscientização das pessoas. Mais há vários fatores que andam em conjunto para o desenvolvimento sustentável.

Promover o ecodesenvolvimento é, no essencial, ajudar as populações envolvidas a se organizar, educar, para que elas repensem seus problemas, identifiquem suas necessidades e os recursos potenciais para conceber um futuro digno de ser vivido conforme os postulados de justiça social e prudência ecológica. Saches (1976). 

ALUNOS DA ESCOLA CAIC PROMOVEM FEIRA DE CIÊNCIAS COM TEMAS RELACIONADOS AO MEIO AMBIENTE


Hoje pela manhã os alunos da Escola Rio Tocantins – CAIC realizaram uma feira de ciências com a temática ambiental. Diversos temas foram abordados na feira como: código florestal; O trabalho escravo, o meio ambiente e trabalho escravo; Química verde; os três erres: reduzir, reutilizar e reciclar, etc. Os alunos estavam com o intuito de levar informações importantíssimas de ajudar a ter um meio ambiente melhor para se viver, com seus trabalhos mostraram que nós somos capazes de reutilizar coisas que vão para o lixo, e transformando esse lixo em algo útil para nossa vida. A Educação Ambiental na escola CAIC foi de grande importância para seus alunos, pois os incentivaram a cuidar mais do meio ambiente, e não só a feira ajudou os alunos mais também todos os seus familiares e amigos.

Veja as fotos:

Foto: Alan Junior Oliveira
Foto: Alan Junior Oliveira
Foto: Alan Junior Oliveira

domingo, 4 de novembro de 2012

GABARITO DO 1° DIA DE PROVAS DO ENEM 2012

http://estaticog1.globo.com/2012/vestibular/enem/anglo/gabarito_anglo.pdf

http://estaticog1.globo.com/2012/vestibular/enem/objetivo/gabarito_objetivo.pdf

http://estaticog1.globo.com/2012/vestibular/enem/objetivo/resolucao_objetivo.pdf

Fonte: G1

REDAÇÃO ENEM 2012 - UM POUCO SOBRE O TEMA “O movimento imigratório para o Brasil no século XXI”



Neste momento milhões de estudantes brasileiros estão fazendo a segunda etapa do exame nacional do ensino médio ENEM, com a divulgação do tema da redação deste ano, os alunos devem fazer um texto relatando o seguinte tema: “O movimento imigratório para o Brasil no século XXI”, vamos dar uma lembrada sobre o que foi é esse movimento. 

A imigração teve início no Brasil a partir de 1530, quando começou a estabelecer-se um sistema relativamente organizado de ocupação e exploração da nova terra. A tendência acentuou-se a partir de 1534, quando o território foi dividido em capitanias hereditárias e se formaram núcleos sociais importantes em São Vicente e Pernambuco. Foi um movimento ao mesmo tempo colonizador e povoador, pois contribuiu para formar a população que se tornaria brasileira, sobretudo num processo de miscigenação que incorporou portugueses, negros e indígenas.

A criação do governo-geral em 1549, atraiu muitos portugueses para a Bahia. A partir de então, a migração tornou-se mais constante. O movimento de portugueses para o Brasil foi relativamente pequeno no século XVI, mas cresceu durante os cem anos seguintes e atingiu cifras expressivas no século XVIII. Embora o Brasil fosse, no período, um domínio de Portugal, esse processo tinha, na realidade, sentido de imigração. A descoberta de minas de ouro e de diamantes em Minas Gerais foi o grande fator de atração migratória. Calcula-se que nos primeiros cinqüenta anos do século XVIII entraram, só em Minas, mais de 900.000 pessoas. No mesmo século, registra-se outro movimento migratório: o de açorianos para Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Amazônia, estados em que fundaram núcleos que mais tarde se tornaram cidades prósperas. Os colonos, nos primeiros tempos, estabeleceram contato com uma população indígena em constante nomadismo. Os portugueses, embora possuidores de conhecimentos técnicos mais avançados, tiveram que aceitar numerosos valores indígenas indispensáveis à adaptação ao novo meio. O legado indígena tornou-se um elemento da formação do brasileiro. A nova cultura incorporou o banho de rio, o uso da mandioca na alimentação, cestos de fibras vegetais e um numeroso vocabulário nativo, principalmente tupi, associado às coisas da terra: na toponímia, nos vegetais e na fauna, por exemplo. As populações indígenas não participaram inteiramente, porém, do processo de agricultura sedentária implantado, pois seu padrão de economia envolvia a constante mudança de um lugar para outro. Daí haver o colono recorrido à mão-de-obra africana.

A formação da sociedade brasileira foi fortemente marcada por grandes deslocamentos populacionais (migrações). O tráfico de escravos, que desde o século 15 trasladou mais de 10 milhões de negros africanos para terras americanas, foi o mais importante desses afluxos, deixando marcas profundas em nossa constituição social. Contudo, desde a primeira metade do século 19, com o iminente fim da escravidão, a possibilidade de introduzir trabalhadores europeus esteve na pauta das ações políticas brasileiras, principalmente na transição do trabalho escravo ao assalariado.

No entanto, é preciso entender esse enorme movimento migratório em outra perspectiva, inseri-lo num panorama mais geral. A segunda metade do século 19 assistiu o desenrolar de um processo que ficou marcado como a maior migração de povos de toda a história. Estima-se que entre 1846 e 1875, cerca de 9 milhões de pessoas deixaram a Europa - principalmente a Itália - e cruzaram o Atlântico, rumando sobretudo para os Estados Unidos, na esperança de "fazer a América".

Vê-se que o Brasil, desde a época do seu descobrimento, recebeu estrangeiros como holandeses, portugueses e espanhóis. Os povos que vieram na época do descobrimento do Brasil eram enviados pelo governo de seus países com o objetivo de colonizar o Brasil. Por este motivo muitos autores não os consideram imigrantes, os qualificando apenas como colonizadores, uma vez que vieram a serviço de seus países, assim como os negros que eram trazidos da África como trabalho escravo, devido ao fato da vinda para o Brasil não ter sido voluntária.

IMIGRAÇÃO NO SÉCULO XIX

A imigração propriamente dita verificou-se a partir de 1808, vésperas da independência, quando instalou-se um permanente fluxo de europeus para o Brasil, que se acentuou com a fundação da colônia de Nova Friburgo, na província do Rio de Janeiro, em 1818, e a de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, em 1824. Dois mil suíços e mil alemães radicaram-se no Brasil nessa época, incentivados pela abertura dos portos às nações amigas. Outras tentativas de assentar irlandeses e alemães, especialmente no Nordeste, fracassaram completamente. Apesar de autorizada a concessão de terras a estrangeiros, o latifúndio impedia a implantação da pequena propriedade rural e a escravidão obstaculizava o trabalho livre assalariado. Na caracterização do processo de imigração no Brasil encontram-se três períodos que correspondem respectivamente ao auge, ao declínio e à extinção da escravidão. O primeiro período vai de 1808, quando era livre a importação de africanos, até 1850, quando decretou-se a proibição do tráfico. De 1850 a 1888, o segundo período é marcado por medidas progressivas de extinção da escravatura (Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, alforrias e, finalmente, a Lei Áurea), em decorrência do que as correntes migratórias passaram a se dirigir para o Brasil, sobretudo para as áreas onde era menos importante o braço escravo. O terceiro período, que durou até meados do século XX, começou em 1888, quando, extinta a escravidão, o trabalho livre ganhou expressão social e a imigração cresceu notavelmente, de preferência para o Sul mas também em São Paulo, onde até então a lavoura cafeeira se baseava no trabalho escravo. Após a abolição, em apenas dez anos (de 1890 a 1900) entraram no Brasil mais de 1,4 milhão de imigrantes, o dobro do número de entradas nos oitenta anos anteriores (1808-1888). Acentua-se também a diversificação por nacionalidades das correntes migratórias, fato que já ocorria nos últimos anos do período anterior. No século XX, o fluxo migratório apresentou irregularidades, em decorrência de fatores externos - as duas guerras mundiais, a recuperação européia no pós- guerra, a crise nipônica -- e, igualmente, devido a fatores internos. No começo do século XX, por exemplo, assinalou-se em São Paulo uma saída de imigrantes, sobretudo italianos, para a Argentina. Na mesma época verifica-se o início da imigração nipônica, que alcançaria, em cinqüenta anos, grande significação. No recenseamento de 1950, os japoneses constituíam a quarta colônia no Brasil em número de imigrantes, com 10,6% dos estrangeiros recenseados.

DISTRIBUIÇÃO DO IMIGRANTE

Distinguem-se dois tipos de distribuição do imigrante no país, com efeitos nos processos de assimilação. Pode-se chamar o primeiro tipo de "concentração", em que os imigrantes se localizam em colônias, como no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nesse caso, os imigrantes não mantêm contato, nos primeiros tempos, com os nacionais, mas a aproximação ocorre à medida que a colonização cresce e surge a necessidade de comercialização dos produtos da colônia. O segundo tipo, que se pode chamar de "dispersão", ocorreu nas fazendas de café de São Paulo e nas cidades, principalmente Rio de Janeiro e São Paulo. Nessas áreas, o imigrante, desde a chegada, mantinha-se em contato com a população nacional, o que facilitava sua assimilação. Os principais grupos de imigrantes no Brasil são portugueses, italianos, espanhóis, alemães e japoneses, que representam mais de oitenta por cento do total.

CONTRIBUIÇÃO DO IMIGRANTE

No processo de urbanização, assinala-se a contribuição do imigrante, ora com a transformação de antigos núcleos em cidades (São Leopoldo, Novo Hamburgo, Caxias, Farroupilha, Itajaí, Brusque, Joinville, Santa Felicidade etc.), ora com sua presença em atividades urbanas de comércio ou de serviços, com a venda ambulante, nas ruas, como se deu em São Paulo e no Rio de Janeiro. 

Outras colônias fundadas em vários pontos do Brasil ao longo do século XIX se transformaram em importantes centros urbanos. É o caso de Holambra SP, criada pelos holandeses; de Blumenau SC, estabelecida por imigrantes alemães liderados pelo médico Hermann Blumenau; e de Americana SP, originalmente formada por confederados emigrados do sul dos Estados Unidos em conseqüência da guerra de secessão. Imigrantes alemães se radicaram também em Minas Gerais, nos atuais municípios de Teófilo Otoni e Juiz de Fora, e no Espírito Santo, onde hoje é o município de Santa Teresa. 

Em todas as colônias, ressalta igualmente o papel desempenhado pelo imigrante como introdutor de técnicas e atividades que se difundiram em torno das colônias. Ao imigrante devem-se ainda outras contribuições em diferentes setores da atividade brasileira. Uma das mais significativas apresenta-se no processo de industrialização dos estados da região Sul do país, onde o artesanato rural nas colônias cresceu até transformar-se em pequena ou média indústria. 

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, imigrantes enriquecidos contribuíram com a aplicação de capitais nos setores produtivos. A contribuição dos portugueses merece destaque especial, pois sua presença constante assegurou a continuidade de valores que foram básicos na formação da cultura brasileira. Os franceses influíram nas artes, literatura, educação e nos hábitos sociais, além dos jogos hoje incorporados à lúdica infantil. Especialmente em São Paulo, é grande a influência dos italianos na arquitetura. A eles também se deve uma pronunciada influência na culinária e nos costumes, estes traduzidos por uma herança na área religiosa, musical e recreativa. Os alemães contribuíram na indústria com várias atividades e, na agricultura, trouxeram o cultivo do centeio e da alfafa. Os japoneses trouxeram a soja, bem como a cultura e o uso de legumes e verduras. Os libaneses e outros árabes divulgaram no Brasil sua rica culinária.

RACISMO E IMIGRAÇÃO

No entanto, é forçoso notar que não apenas aspectos econômicos nortearam as políticas de imigração de meados do século 19. A introdução de grandes levas de europeus era também motivada por aspectos de cunho raciais, dado o manifesto desejo de nossas elites de "branquear" a população brasileira, aliando-se ao plano de nação moderna que buscavam construir.

Em 1879, por exemplo, o deputado Ulhoa Cintra apresentou um projeto de introdução de trabalhadores chineses, advindos dos EUA ou da própria China, onde a abundância dessa mão-de-obra oriental tornava-a extremamente barata. Alvo de críticas de todo tipo, porém, tal projeto foi rechaçado. Alegava-se, sobretudo, que os chineses representavam uma "raça inferior", e portanto incompatível com o ideário do novo Brasil desejado pelas elites.

IMIGRAÇÃO PORTUGUESA

Os registros da imigração portuguesa apareceram no século XVIII e se tornaram mais regulares a partir do século XIX. Devido aos inúmeros estudos sobre o tema, hoje já se pode contar com estimativas mais confiáveis sobre o número de imigrantes que vieram para o Brasil desde o século XVI. Leia mais...

IMIGRAÇÃO ITALIANA

São os italianos, em seguida, o grupo que tem maior participação no processo migratório, com quase trinta por cento do total, concentrados sobretudo no estado de São Paulo, onde se encontra a maior colônia italiana do país. Leia mais...

IMIGRAÇÃO ESPANHOLA

A pobreza e o desemprego no campo foram os responsáveis pela imigração espanhola no Brasil que iniciou-se na década de 1880. Na realidade, a presença espanhola em terras brasileiras acontece desde o início da colonização do Brasil. Porém, só se pode falar de uma efetiva imigração de espanhóis para o Brasil a partir do final do século XIX. Leia mais...

IMIGRAÇÃO ALEMÃ

Inicialmente patrocinada por Dom Pedro I, a colonização do Brasil por alemães tinha o objetivo de povoar regiões desabitadas do Brasil - essencialmente o sul, sujeito a invasões e guerras constantes. Além disso buscava trazer soldados estrangeiros para o exército brasileiro. Leia mais...

IMIGRAÇÃO JAPONESA - imigração japonesa no Brasil começou no ínicio do século XX, como um acordo entre o governo japonês e o brasileiro, pois o Japão vivia desde o final do século XIX uma crise demográfica enquanto que o Brasil necessitava de mão-de-obra para a lavoura do café. Leia mais...

IMIGRAÇÃO ÁRABE

A imigração árabe no Brasil teve início no final em 1860, quando o Imperador Dom Pedro II fez uma visita ao Líbano e estimulou a imigração de libaneses para o Brasil. Líbano e Síria foram atacados e dominados pela Turquia, fazendo com que muitos sírios-libaneses imigrassem para o Brasil, muito dos quais possuíam passaporte da Turquia, e eram muitas vezes confundidos com turcos quando chegavam ao Brasil. Até 1930, cerca de 100.000 árabes entraram no Brasil.

No começo, a maioria dos imigrantes era da Síria, do Líbano e da Palestina, mas tinham alguns representantes do Iraque, do Marrocos, da Argélia e do Egito. No final do século passado, o império Otomano ainda dominava a região, por isso a maior parte dos estrangeiros chegava com passaporte turco. Os primeiros imigrantes eram rapazes solteiros, de classes inferiores, que queriam ficar ricos e voltar para seus países de origem. Depois, vieram camponeses arruinados após a Primeira Guerra Mundial e árabes em busca de paz, lar e segurança, fugindo dos constantes conflitos da região. Trouxeram sonhos de dias melhores e um idioma riquíssimo, com 15 séculos de existência. 

A partir do início do século XX a imigração árabe no Brasil cresceu rapidamente, concentrando-se nos grandes centros urbanos, onde se dedicavam sobretudo ao comércio. A maioria dos árabes no Brasil eram cristãos.


sábado, 3 de novembro de 2012

INFORMAÇÕES ENEM 2012 - FONTE PORTAL R7



ENEM 2012




Dada a largada para o exame nacional do ensino médio ENEM, a primeira fase já está sendo aplicada neste momento.  Teve início, às 12h deste sábado (3) horário local, o primeiro dia das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).  Neste primeiro dia, os alunos serão testados nas áreas de ciências humanas e suas tecnologias — história, geografia, filosofia e sociologia —, e ciências da natureza e suas tecnologias — química física e biologia. A prova tem duração de quatro horas e 30 minutos. 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Saiba o que é o Projeto de Lei de Iniciativa Popular



Como se faz uma lei popular
A população pode participar da elaboração de leis através dos Projetos de Lei (PL) de Iniciativa Popular. Eles consistem na apresentação de um abaixo-assinado à Câmara dos Deputados, subscrito por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído por, pelo menos, cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles.

Os PLs  de Iniciativa Popular seguem a mesma tramitação no congresso que os projetos de iniciativa de um parlamentar. São submetidos à aprovação dos deputados, senadores e do Presidente da República como todos os outros projetos de lei.

Os projetos de iniciativa popular são regulamentados pela Lei 9709/98, que também rege os plebiscitos e referendos. Estes dois são consultas formuladas ao povo para que delibere sobre assuntos de grande relevância de natureza constitucional, legislativa ou administrativa.

A diferença entre eles é que o plebiscito é convocado com antecedência a um ato legislativo ou administrativo, deixando a cargo da população a decisão sobre o rumo que o assunto tomará, enquanto o referendo é um instrumento que vem depois do ato, cumprindo ao povo ratificar ou rejeitar a decisão.

Mudanças

A lei 9709/98 vem sendo criticada por membros da sociedade civil por limitar os plebiscitos e referendos à decisão do Governo Federal.  O Projeto de Lei nº 4718/2004, da Comissão de Legislação Participativa da Câmara de Deputados, tem o objetivo de modificar a lei original e ampliar os poderes dos abaixo-assinados populares.

O PL defende que os referendos, tal como os plebiscitos, sejam realizados a partir das assinaturas da população votante - na mesma quantidade das necessárias para um projeto de lei popular - ou por apenas um terço dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado.

Além disso, se uma lei oriunda de iniciativa popular vier a ser revogada ou alterada por outra lei que não contou com a iniciativa do povo, a lei deve ser submetida a referendo popular.

Exerça seus direitos
Cabe à população usar dos meios que possui para pressionar os deputados e exigir a aprovação dos projetos de lei que realmente atendem à necessidade do povo. Você pode contribuir com suas opiniões, acompanhar o andamento e até pressionar nas decisões. Para isso, utilize recursos como fax, telefone, cartas e e-mail.

Abaixo-assinados sempre são válidos como meio de pressão popular. Lembre-se que os deputados trabalham pelos nossos interesses e, por isso, têm o dever de nos atender e defender. Segundo a Comissão de Defesa do Consumidor, o projeto pode ganhar maior importância na votação, e aos olhos dos deputados, quando "cai na mídia".

Se você quiser acompanhar de perto o andamento das proposições, pode se cadastrar no sistema do 
site da Câmara. É necessário apenas cadastrar seu e-mail e você será avisado sempre que houver qualquer alteração no projeto.